Estratégia de Canais de Marketing para acertar o alvo

Charles John em entrevista para o Blog da Interpreta

Há algum tempo, as mídias convencionais perderam o título de soberanas e as mídias-não-convencionais – segmentadas – surgem como alternativa de acertar o alvo. A comunicação e o marketing passam a caminhar cada vez mais juntos e práticas relativamente novas, porém, que já são consideradas vitais, aparecem com a finalidade de manter as marcas mais próximas o possível do consumidor.    

Muitas áreas são importantes dentro do corpo teórico do marketing. Estratégia de Canal de Marketing é uma delas e já é tida por especialistas como indispensável para o varejo. Refere-se à eficácia funcional, com o objetivo de disponibilizar ao consumidor o produto da maneira que ele deseja. Como? Com muita pesquisa de campo. Charles John, consultor com mais de 20 anos de experiência e especialista em canais de marketing, esteve recentemente em Belém do Pará para ministrar aula da Pós da Interpreta/Espm. Ele explica que a proximidade com o cliente no ponto de vendas, é a chave dos negócios e as maiores empresas do país já estão atentas. “É ir até onde o rio desemboca para depois voltar a fonte”, exemplifica.     

Devido às mudanças no ambiente no qual as empresas devem competir, a estratégica tradicional perdeu a eficácia. Estratégia de Canais de Marketing foi criado nos Estados Unidos – enquanto ciência, porque já existe há tempos como prática – e introduzido no Brasil há cerca de 6 anos. Embora esteja ainda em fase embrionária, é uma atividade cada vez mais comum. “As empresas já sabem da sua importância” afirma. De uns quatro anos pra cá os varejistas começaram a entender a necessidade de estar dentro dos canais, para entender melhor os desejos do consumidor final. As grandes empresas estão injetando investimentos em pontos de vendas e menos em mídia de massa, em função também da segmentação que a primeira oferece.

No processo de Estratégia de Canal de Marketing o gestor de canais decide como direciona o produto. Ele faz a escolha do que vai para a loja, desde a estratégia de embalagem até a forma como esse produto será exposto de acordo com os anseios do consumidor. “É um trabalho puramente de pesquisa. Trata-se de um serviço de inteligência dentro dos canais. Não adianta eu gerar uma necessidade que eu não posso atender. Não adianta eu ir pra mídia de massa, se eu não sei se estou atendendo o cliente no ponto de venda” alerta. Charles explica que se a empresa não estiver no canal, não vende, e, obviamente, outra empresa estará lá no lugar. “Se sou empresário e não estou tendo contato com esses canais, estou perdendo o meu público-final de vista, o que, nos dias de hoje, é imperdoável”, finaliza o consultor.

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