Posted tagged ‘Classe C’

Interpreta Recomenda: Riqueza na Base da Pirâmide

31 de outubro de 2011

Lançado há cinco anos, “Riqueza na Base da Pirâmide”, defende a teoria de que é possível lucrar com o público de baixa renda, já que o mundo tem, em sua maior parcela, uma população situada nessa faixa sócio-econômica.

Importante ressaltar também que a leitura mostra a possibilidade de criar meios para reduzir os problemas de desigualdades sociais sem esquecer os objetivos corporativos baseados na lógica comercial.

O autor, Prahalad, faleceu em 2010 e foi um dos grandes gurus da administração. Professor da Universidade de Michigan escreveu outras obras importantíssimas como “Erradicar a Pobreza com Lucro”.

“A Riqueza na Base da Pirâmide” é uma leitura indispensável para gestores e empresários de todos os segmentos. Você encontra a obra na web por um valor que varia de R$56 a R$80.

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Chili’s no Brasil: Por que os Norte-Americanos estão de olho no nosso mercado?

8 de agosto de 2011

Chili's abre sua primeira loja no Brasil até o fim de agosto.

Chega em terras tupiniquins, até o fim de agosto, a Norte-Americana Steak House Chili’s, concorrente direta da Outback. A Chili’s está presente em todos os estados norte-americanos, além de Europa, Ásia, América Central e Oriente Médio.

A primeira unidade será lançada em Moema, na Grande São Paulo. A meta da rede é abrir uma loja por ano nos próximos cinco anos, todas em São Paulo e depois partir para o restante do país. Pra quem está de olho em franquias, o faturamento previsto para cada unidade é de R$ 800 mil a R$ 1 milhão por mês.

Hoje é grande o número de franquias americanas que se instalam em mercados emergentes, como o Brasil, gerando oportunidades para os empreendedores.  

Segundo o Consulado dos Estados Unidos, depois da última crise mundial em 2008 o interesse de marcas americanas pelo Brasil dobrou. O crescimento do nosso mercado consumidor, com o fortalecimento da classe C, e a chance de sair da crise com a internacionalização são os principais motivos que trazem essas empresas para o maior país da America do Sul.  

Além dos fatores econômicos, o Brasil é muito parecido com os Estados Unidos, em termos de preferências. Ou seja, brasileiros e americanos tem gostos parecidos, sobretudo em alimentação e roupas. As áreas mais populares de negócios americanos aqui são alimentação, serviço e negócios, educação e limpeza.

 

40% do poder de consumo do país está com a classe C

29 de junho de 2011

Imagem meramente ilustrativa

Em março de 2010 Interpreta realizou Palestra sobre “1ª Palestra de Tendências de Consumo” e entre essas tendências o forte crescimento da classe C aparecia na linha de frente. Hoje a nova classe média já ocupa 41,3% do mercado de consumo brasileiro.

De acordo com pesquisa do instituto Data Popular, os gastos da classe C aumentaram quase sete vezes entre 2002 e 2010. Em função dessa realidade muitas empresas precisaram mudar de estratégia, enquanto outras já nasceram focadas para esse mercado.

Ao contrário do que se imagina não necessariamente essa classe é sensível à preço. O que eles desejam de verdade é a sensação de privilégio, portanto bom atendimento e ambiente contam muito nos espaços físicos.  

Outro dado apontado pela pesquisa do Data é que os interiores seguem o mesmo ritmo. Muitas franquias estão migrado para os interiores graças ao aumento do poder de consumo também, nessas cidades de porte menor.  

 

Heinz quer ganhar a classe C brasileira

4 de março de 2011

A fabricante americana de Katchup Heinz anunciou na última quinta-feira, 03 de fevereiro, que acertou acordo de compra de 80% da marca Quero por um valor que ainda não foi revelado.

Segundo comunicado enviado pela companhia na cidade de Pittsburgh, na Pensilvânia, a Heinz quer aumentar sua atividade na América Latina e obter seu primeiro grande negócio no Brasil. “A marca Quero se ajusta com perfeição às capacidades internacionais da Heinz e nos oferece uma base de crescimento no Brasil, um mercado emergente”, afirmou o presidente e executivo-chefe da Heinz, William Johnson, em comunicado.

Hoje, no Brasil, a Heinz distribui apenas produtos importados. Com a Quero, poderá aumentar a comercialização de produtos da marca Heinz, assim como estar muito bem representada na classe C. Essa negociação demonstra como as empresas de fora estão de olho no nosso mercado.

Recentemente, pesquisa divulgada pelo IBGE apontou que o brasileiro está consumindo menos arroz e feijão e mais cerveja. Ou seja, uma enorme parcela da população das classes D e E emergiram para a classe C, que é a porta de entrada para o consumo. Consequentemente passaram a consumir produtos que antes ficavam fora do carrinho de compra em função da restrição orçamentária.

Os hábitos de consumo dos brasileiros estão sendo redesenhados. Como hoje o maior extrato demográfico do Brasil é a classe C e essa classe tem cada vez maior poder aquisitivo, as empresas precisam mudar suas estratégias para conquistar esse bolo gigante de consumidores. Segundo pesquisa da Plano CDE, em 2020, 28,7 milhões de famílias brasileiras serão da classe C, o que corresponderá a 41%.

Com serviço voltado para a classe C a Azul está entre as empresas mais inovadoras do mundo

18 de fevereiro de 2011

Azul é a única empresa brasileira na lista de empresas mais inovadoras do mundo

Segundo a Revista Americana Fast Company a companhia aérea brasileira, a Azul, está entre as 50 empresas mais inovadoras do mundo, ocupando o 47º. Em primeiro lugar ficou a Apple, seguida pelo Twitter, Facebook, Nissan, Groupon e Google.

Com seus negócios voltados para a Classe média emergente, a Azul já abocanha 7,3% do mercado aéreo brasileiro oferecendo passagens com valores que chegam a custar o mesmo que uma passagem de ônibus. A Azul também trabalha com débito bancário e parcelamento, levando em conta os clientes que não tem cartão de crédito.

Veja aqui a lista completa das empresas mais inovadoras do mundo.

Fonte: http://www.fastcompany.com

Interpreta recomenda: para entender a classe C brasileira

24 de janeiro de 2011

Em função do aumento do emprego e da renda, condições de inflação baixa e crédito farto, milhões de brasileiros puderam aumentar nos últimos anos o seu poder de compra. 

As opiniões de especialistas divergem sobre a atual classe C do Brasil. Uns afirmam que essa classe média não tem nada de novo. Outros enumeram as peculiaridades desse mercado. De qualquer maneira lidar com esse extrato demográfico está tirando o sono de muito marketeiro.

Mas e no futuro, como ficará a situação econômica do Brasil? Estará, essa nova classe C, fadada a voltar para a situação de pobreza? Ou este processo está em curva ascendente? Baseado em análises históricas o livro “A Classe Média Brasileira” fornece respostas à essas questões sob os ângulos do consumo, empreendedorismo, educação, política e valores.

A obra pode ser encontrada na web por R$52,90, e pode ser considerada indispensável na estante dos profissionais de marketing.

Classe C pode ser o melhor negócio

21 de janeiro de 2011

Classe C brasileira: eles tem a força.

O número de pessoas que deixam as classes denominadas “baixas”, as D e E, cresce gradativamente. Em 2005, a classe média representava 34% da população. Hoje, pasmem: ela é ocupada por mais da metade dos brasileiros. Ou seja, a classe média é o maior extrato demográfico da população brasileira.

Alguns fatores foram determinantes para essa mudança na economia do país, como aumento das vagas de emprego, do acesso ao crédito com prazos longos e juros menores, e o aumento dos programas sociais. Para os empresários de todos os segmentos um negócio rentável pode ser investir na classe C.

De acordo com estudo feito pela FGV-RJ, a nova classe média representa um potencial de consumo superior a R$ 365 milhões. A classe C brasileira tem atenção de investidores internacionais, como por exemplo, a Walt Disney Company que já direciona ações para o Nordeste brasileiro.

A chave do negócio é saber o caminho para aproveitar este mercado. A disputa pelo bolso da classe C está cada vez mais acirrada, mas os resultados podem ser os melhores para quem estiver afinado com as tendências de negócios. Portanto, se você pensa em abrir um negócio este ano, de olho na classe média. Eles tem a força.