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Índices do Pará na Pesquisa Anual de Serviços do Ibge

26 de agosto de 2010

O Ibge divulgou ontem, 25 de agosto, os dados da Pesquisa Anual de Serviços (PAS). A pesquisa apresenta dados sobre receitas, despesas, pessoal ocupado, salários, entre outros aspectos do país, além de dados regionalizados sobre a distribuição e a configuração desse setor econômico.

Nas áreas de informação e comunicação, transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio, a arrecadação do macro-setor no Pará chegou a R$8.039.436.000 bilhões, R$2 bilhões a mais que o valor registrado no estudo anterior que faz referência ao ano de 2007.

O Pará possui 100.038 pessoas trabalhando nos setores pesquisados. As categorias que mais contrataram foram os serviços profissionais, administrativos e complementares, com 41.280 (41% do número total de empregos gerados). Em seguida, vem transportes, serviços auxiliares destes e correios, com 26.846 postos de trabalho. Posteriormente, estão os serviços prestados à família, com 16.940. Os serviços de comunicação e informação aparecem ocupando 5.420 empregos vagas.

Confira aqui as tabelas da pesquisa.

 Fonte: WWW.ibge.org.br

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Ônibus urbano e energia elétrica mantém Belém no maior índice de aumento de preços do Brasil

23 de março de 2010

Divulgado hoje, pelo IBGE, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15, o Ipca-15, teve variação de 0,55% em março, taxa inferior à de 0,94% de fevereiro. Nos índices regionais, o maior continuou com Belém (1,12%) em função das altas tarifas de ônibus urbanos (6,32%) e de energia elétrica (3,01%).

 A taxa do Ipca de março é inferior a taxa de fevereiro, principalmente, em função do grupo Educação, que apresentou variação de 0,55%, enquanto em fevereiro atingiu 4,55%. Os alimentos subiram de 0,98%, em fevereiro, para 1,22%, em março, mantendo a trajetória de alta.

Para o cálculo do Ipca-15, os preços foram de 11 de fevereiro a 15 de março e comparados com os preços de 15 de janeiro a 10 de fevereiro. A pesquisa abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia. A metodologia utilizada é a mesma do IPCA, a única diferença é o período de coleta dos preços.

Fonte: www.ibge.gov.br