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Gestão de Pessoas

21 de novembro de 2011

De 24 a 26 de novembro, no Hilton Hotel, acontecerá o VIII Congresso de Gestão de Pessoas da ABRH-PA, com o tema “Pessoas e Negócios: dois caminhos e um só destino”. O tema fala sobre a importância do alinhamento dos objetivos pessoais e organizacionais como fonte de sucesso.

Eduardo Shinyashiki, escritor e especialista em “Desenvolvimento das Competências de Liderança”, é um dos convidados de peso do evento deste ano. O Congresso contará também com palestrantes de São Paulo, Goiás, Santa Catarina, dentre outros estados.

Para quem deseja reciclar seus conhecimentos em termos de negócios o Congresso é uma excelente oportunidade. O evento é indicado tanto para empresários, gestores, como para os próprios funcionários. O valor da inscrição para os três dias é de R$600. Há valores promocionais para sócios  da ABRH e estudantes. Confira outras informações aqui.

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Monte uma boa equipe

8 de novembro de 2011

Imagem meramente ilustrativa

Seja em uma empresa grande ou pequena o bom funcionário é indispensável. Montar uma equipe capaz, integrada e alinhada com o objetivo e missão do negócio é um grande desafio. Só o currículo não é suficiente na hora de escolher um colaborador, e se você está pensando em abrir o seu empreendimento, ou mesmo se anda passando por problemas de gestão, precisa estar atento. Aí vão algumas considerações importantes na hora de formar o seu time de campeões:

1-    Busque o perfil antenado

 

Para ter visão estratégica o funcionário precisa estar de olho no que rola no mundo. Desinformação não cabe em uma realidade onde as coisas mudam a todo instante. O ideal é que, na medida do possível, o profissional esteja por dentro de todos os assuntos.

2-    Interesse

Um bom profissional não precisa saber de tudo, mas precisa estar interessado em aprender. Começa pelo apreço que ele tem pela empresa. Se ele demonstra interesse e se acredita no potencial do negócio já está na frente de muitos que se interessam apenas no salário.

3-    Trato Pessoal

 

A interação social é muito importante. O bom funcionário precisa se relacionar bem com as pessoas. Um temperamento explosivo, por exemplo, pode trazer sérios problemas para a empresa. De preferência aos que exprimem cordialidade.

4-    Evite o perfil egoíco

Humildade é fundamental para o crescimento e a harmonia dentro de uma empresa. A pessoa muito vaidosa preocupa-se muito consigo e esquece o todo. Esse tipo de profissional pensa muito pouco na equipe e fundamenta o seu trabalho nos resultados que podem beneficiá-lo.

Como superar o EGO e melhorar a relação no trabalho

24 de novembro de 2010

Alberto Almeida: Médico, homeopata, terapeuta transpessoal e de família e palestrante espírita

Dizem os especialistas que o trabalho faz parte da busca intrínseca pela transcendência. Ele precisa nos levar sempre para além dos limites da nossa aparente compreensão.  Alberto Almeida é médico homeopata, terapeuta transpessoal e de família e palestrante espírita, esteve no Congresso Estadual de Gestão de Pessoas e falou ao blog da Interpreta sobre o assunto.  

Segundo Alberto a maioria das pessoas vive no “nível egóico” e a única forma de transcender é tocar o “SELF”, ou seja, tocar o “Eu superior” que há dentro de cada um. O EGO e o SELF são partes distintas de nossa consciência. Quando nascemos, só existe o SELF, que pode ser descrito como a parcela divina que cada um de nós traz. Conforme o indivíduo cresce forma-se um novo centro de consciência, chamado de EGO. O EGO é o “eu” que conhecemos.

Casos de pessoas que acham que podem tudo, que falam sempre mais alto e que se julgam superiores aos outros, envolvem forte inflação do EGO. O terapeuta explica que todas as vezes que o EGO não é bem informado na infância, cresce em disfuncionalidade e não consegue ser um adulto maduro. Em contrapartida, todas as vezes que o ser humano consegue ser trabalhado a partir do seu “Eu superior” – do seu SELF – consegue ultrapassar o ego e saber o seu lugar, seja em casa, seja na profissão.

Alberto explica que a “transcendência” do ser humano ocorre com associação de práticas como orar, meditar e disposição de aprender. O terapeuta acredita que o amor sem o ego pode proporcionar essa felicidade que reflete em todos os campos da vida do ser humano, inclusive no campo do trabalho.  “E o amor começa com um sorriso que você abre no elevador”, exemplifica.

E você? Já pensou em começar a mudar de postura para melhorar sua relação no trabalho?

“O Essencial é Ser Humano”

22 de novembro de 2010

Patrocinadores e organizadores do evento em encerramento no Hilton

Neste fim de semana ocorreu o VII Congresso de Gestão de Pessoas da Abrh-PA no Hilton Hotel. O sucesso foi tanto que no decorrer do evento tinha gente querendo se inscrever. Auditório lotado, palestrantes de todo o país prestando depoimentos pessoais de vitória e auxiliando os congressistas na construção, não apenas de melhores profissionais, mas de melhores seres-humanos.

Mais de 20 palestrantes passaram pelo evento com direito a mesa redonda e a oficinas. Todos os que se apresentaram trouxeram mensagens de otimismo e confiança, despertando em quem assistia reflexões sobre comportamento em todos os âmbitos da vida.   

Em tempos de correria, bagunça nas ruas e que todos usam comumente a palavra “estresse”, voltar o olhar para dentro, segundo os especialistas, é a palavra-chave para uma vida feliz. Entre as frases ditas no evento destacamos uma observação do médico e terapeuta Alberto Almeida lembrando que enquanto os ocidentais abrem os olhos para compreender o mundo, os orientais o fecham e a verdade é que essas duas práticas precisam ser alinhadas.  

Olhar para dentro de si é atividade relegada por muitos, com o pretexto de falta de tempo. Mas facilmente essas mesmas pessoas encontram tempo vago para assistir um Reality Show, por exemplo, como lembrou, em sua palestra, o filósofo Mario Sérgio Cortella.

O VII Congresso de Gestão de Pessoas da Abrh-PA, deixou valiosas lições que muitos congressistas levarão para dentro de suas organizações. É uma semente que fica e que, seguramente, deverá gerar bons frutos. Parabéns a todos da Abrh-PA. Até a VIII edição!

Abertura do VII Congresso de Gestão de Pessoas da Abrh-PA

19 de novembro de 2010
Auditório do Hilton lotado na abertura do Congresso

Ocorreu ontem, no Hilton Hotel, a abertura do VII Congresso Estadual de Gestão de Pessoas da Abrh-PA. O evento foi marcado pela descontraída apresentação do Grupo Teatral Toque de Areia, especialista em soluções e estratégias para trinamento que utilizam o teatro.

O grupo encenou a peça “O que te impede de ser mais?”, que encantou o público com mensagens de otimismo e muito humor. Frases como “os sonhos movem e os valores orientam” foram marcantes na 7ª edição do evento.

Hoje o congresso reunirá palestrantes como o filósofo Mario Sergio Cortella dentre outras figuras de peso do Pará e do restante do país.

VII Congresso de Gestão de Pessoas – ABRH-PA

16 de novembro de 2010

Pela sétima vez a Abrh-Pará realiza o Congresso de Gestão de Pessoas. Este ano o Congresso ocorre de 18 a 20 de novembro.

O evento acontecerá no Hilton Hotel Belém, com profissionais do Rio de Janeiro, São Paulo, Amazonas, Minas Gerais, Bahia, além de renomados profissionais do estado do Pará. Os assuntos mais atuais da área de Gestão de Pessoas serão pauta das palestras.

Gestão de Pessoas configura hoje o caminho das organizações para acompanharem o desenvolvimento do país. Congressos como este são importantíssimos para que as empresas assumam o comando das suas organizações.

Mais informações no site da Abrh.

 

Como se tornar um líder

29 de setembro de 2010

Afinal de contas, o que um líder precisa ter? Existe líder nato? Há sim técnicas que precisam ser usadas no exercício da liderança. Abaixo listamos nove delas, que segundo Gilberto Cavicchioli, são essenciais para quem precisa liderar uma equipe.  

  1. Não ser vaidoso – Um líder precisa deixar claro a todos aonde quer chegar e frisar que atingir esse objetivo depende da responsabilidade coletiva.  É bom lembrar que na liderança existe uma hierarquia chamada de “flexível”, que parte do bom senso e não do exercício do poder puramente dito.
  2. Tem que ser apoiador – O líder trabalha no apoio de características pré-existentes do indivíduo e no desenvolvimento de novas habilidades. Cabe a ele conhecer a fundo o que cada um tem de bom e estimular, assim como administrar as características negativas que compõe cada um individualmente.  
  3. Desenvolver seu próprio potencial – Quem nasce com habilidade pra liderar (o líder nato) é aquele que tem “caldo de cultura para liderança”. Ele já possui algumas características como bom humor, empatia a visão. Mas ele precisa desenvolver-se para não se tornar apenas um chefe.  
  4. Desencadeador de otimismo – Ele precisa deixar claro que todos precisam chegar em um determinado ponto e estimular a equipe como um todo. É ele quem dá a direção e é ele também o desencadeador do otimismo.  Não há equipe otimista com um líder desestimulado que vive reclamando de tudo.
  5. Nunca fazer o contrário do que diz – A sua palavra vale ouro. A postura que ele tem no dia-a-dia compromete o respeito que a equipe tem por ele. Se ele age de maneira diferente do que prega, logo, seu exemplo negativo será difundido entre os colaboradores.  
  6. Respeitar o ser humano – O respeito pelo ser humano é essencial. Um líder não pode falar ao telefone enquanto conversa com um funcionário, por exemplo. Respeito requer atenção. Ele precisa se preocupar com o colaborador, antes que o colaborador se dê conta disso.
  7. Ter foco em resultado – O líder deve ser humano, mas com foco em resultado. E ele precisa estar sempre atento se os resultados estão de acordo com a meta pretendida ou se a equipe tem se dispersado pelo caminho.
  8. Lidar com conflitos – Ele precisa encontrar o melhor caminho para lidar com os conflitos e isso exige que ele seja imparcial, tratando a todos com igualdade.  
  9. Estimular certo nível de competitividade – Por incrível que pareça, um bom líder precisa desconfiar da harmonia excessiva. É isso mesmo! Há a necessidade constante de se manter um nível seguro de competitividade entre os próprios membros da equipe. E essa dose tem que ser exata, nem mais nem menos. Se for excessiva causará desequilíbrio.