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Estratégias para driblar inflação

11 de fevereiro de 2011

No mês de janeiro o ajuste nos preços foi o maior desde abril de 2005. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, IPCA, divulgado pelo IBGE, apresentou variação de 0,83% no mês passado e ficou acima da taxa de dezembro de 2010, 0,63%. Os maiores vilões do bolso do consumidor no mês de janeiro foram os itens “alimentação e bebida” e “transportes”. 

Mesmo com a alta de preço dos alimentos, muito consumidor não deixa de fazer questão de levar o melhor para mesa. Martha Campello é economista e dona de casa e afirma que procura substituições que não afetem a alimentação da família. “Em vez de mexer na alimentação eu reduzo em outros gastos, por exemplo, consumo de energia ou vestuário. Passamos a comprar vestuário só quando tem promoção”, afirma.  

Especialistas afirmam que é possível que a inflação ultrapasse a margem de tolerância nos próximos 12 meses o que representa mudanças nos hábitos de consumo, e os empresários precisam estar de olhos bem abertos à essas alterações.  As promoções e os bons preços podem ser um bom recurso para empresários de setores de bens duráveis.

Belém apresenta queda no índice dos preços

13 de setembro de 2010

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, o Ipca, do mês de agosto, registrou 0,04%, taxa muito próxima ao mês anterior quando o resultado ficou em 0,01%.O acumulado do ano está em 3,14%, acima dos 2,97% referentes a igual período de 2009.

O preço dos alimentos teve queda com variação de -0,24%. Porém, alguns alimentos mostraram sinais de alta, como carnes, que, com variação de 2,11% em agosto, foi o item de maior contribuição no índice do mês. Também tiveram alta itens como o óleo de soja (2,67%), o pão francês, (1,08%) e o frango (0,82%).  E pra quem gosta de comer na rua, a refeição fora do domicílio teve reajuste de 0,55%.

Dentre os índices regionais, Belém, teve variação negativa de -029%, abaixo que a média nacional, acumulando no ano um reajuste de 3,61%.

Fonte: www.ibge.gov.br

IPCA de julho fica em 0,01%

6 de agosto de 2010

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, o Ipca, referente ao mês de julho, fechou em  0,01%, índice muito próximo ao de junho (0,00%). Com esse resultado, o acumulado do ano está em 3,10% de aumento dos preços, acima dos 2,81% do mesmo período de 2009.

Na análise dos índices regionais Belém fez o mesmo movimento do mês anterior, mais uma vez acima da média nacional, ficando no mês de julho com 0,05%. O maior índice regional foi o de Curitiba (0,37%), enquanto o menor foi o de Salvador (-0,39%).

Os alimentos apresentaram variação negativa de -0,76% – embora essa variação negativa seja com menor intensidade do que no mês anterior, quando o resultado esteve em -0,90%. Vários produtos alimentícios ficaram mais baratos em relação a junho como o tomate, com -23,90%. As frutas, no geral, tiveram aumento nos preços, com alta de 1,13% em julho, assim como as carnes, que tiveram variação positiva de 0,33%.

Fonte: http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/noticia_visualiza.php?id_noticia=1683&id_pagina=1

Belém tem queda no IPCA do mês de abril

11 de maio de 2010

Belém teve uma queda do IPCA no mês de Abril. Enquanto o índice nacional teve variação de 0,57%, acima do mês de março, a capital paraense teve variação de 0,58%, valor inferior aos 0,70% do mês anterior. 

Embora, em abril, Belém tenha apresentado uma queda no aumento de preços, no acumulado do ano a cidade está acima da média nacional: Belém tem acumulado de 3,49% enquanto o mesmo índice do Brasil é de 2,65%.

O aumento no preço dos remédios, a alta da alíquota do IPI sobre a compra de automóveis e a entrada no mercado dos novos artigos de vestuário foram os responsáveis pela alta do IPCA.

Para cálculo do índice do mês foram comparados os preços coletados no período de 30 de março a 28 de abril de 2010 com os preços vigentes no período de 26 de fevereiro a 29 de março de 2010 (base).

Belém tem redução do Ipca no mês de março

9 de abril de 2010

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, o Ipca, do mês de março teve variação positiva de 0,52%, abaixo da taxa de 0,78% do mês de fevereiro. O acumulado do primeiro trimestre do ano, até o mês de março ficou em 2,06%.  

Belém apresentou variação positiva de 0,70% em março, taxa inferior ao mês de fevereiro, que foi a mais alta dentre os índices regionais com 1,37%. No ano Belém teve um reajuste nos preços de 2,90%, superior a média do país, citada acima (2,06%).  

A redução no IPCA pode ser explicada pela ausência do efeito do grupo Educação, que concentrou alta de 4,53% em fevereiro. Por outro lado, os preços dos alimentos continuaram subindo.

Para cálculo do índice do mês foram comparados os preços coletados no período de 26 de fevereiro a 29 de março de 2010 com os preços vigentes no período de 29 de janeiro a 25 de fevereiro de 2010.

Fonte: http://www.ibge.gov.br

Ônibus urbano e energia elétrica mantém Belém no maior índice de aumento de preços do Brasil

23 de março de 2010

Divulgado hoje, pelo IBGE, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15, o Ipca-15, teve variação de 0,55% em março, taxa inferior à de 0,94% de fevereiro. Nos índices regionais, o maior continuou com Belém (1,12%) em função das altas tarifas de ônibus urbanos (6,32%) e de energia elétrica (3,01%).

 A taxa do Ipca de março é inferior a taxa de fevereiro, principalmente, em função do grupo Educação, que apresentou variação de 0,55%, enquanto em fevereiro atingiu 4,55%. Os alimentos subiram de 0,98%, em fevereiro, para 1,22%, em março, mantendo a trajetória de alta.

Para o cálculo do Ipca-15, os preços foram de 11 de fevereiro a 15 de março e comparados com os preços de 15 de janeiro a 10 de fevereiro. A pesquisa abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia. A metodologia utilizada é a mesma do IPCA, a única diferença é o período de coleta dos preços.

Fonte: www.ibge.gov.br

Mais dinheiro no bolso do belenense

27 de janeiro de 2010

Qual o impacto do aumento do IPCA na vida das pessoas? Se por um lado o trabalhador recebeu um reajuste do salário mínimo de 9,67% de janeiro a dezembro de 2009, teve que desembolsar mais 4,31% em função do aumento dos preços. Ou seja, não há um ganho real de quase 10% no bolso do trabalhador, como se espera, mas há sim um percentual real de ganho, que gira em torno de 5,36%.

Como a média de Índice de Preços ao Consumidor Amplo na capital paraense, ficou bem próxima da nacional, podemos considerar que o belenense teve um ganho salarial de fato e que sobrou um pouquinho mais de dinheiro na carteira.