Posted tagged ‘Mercado Consumidor’

Vendedor pegajoso

27 de abril de 2012
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Há empresas que são conhecidas pelo péssimo atendimento. Vendedores mal humorados, não cumprimentam o cliente, ou respondem mal. O setor de prestação de serviços é campeão de queixas. Mas não se engane achando que “atender mal” é apenas não ser cordial com o cliente. Ser pegajoso também é um problema.

O cliente acaba de entrar na loja e aparece a vendedora com um sorriso artificial. “Posso ajudar. O que você procura? Você não gosta desse? E esse? Ahhh, mas esse vestiu tão bem!”. Vale aqui ressaltar que isso é pegar no pé. O cliente precisa estar a vontade para escolher.

O papel do gestor é cuidar para encontrar a medida certa, e isso exige treinamento. A maioria das empresas investe pouco em treinamento, o que, em um mercado como o brasileiro, cada vez mais competitivo, é risco na certa.

Com a nova geração de profissionais esse treinamento pode ser realizado até mesmo via internet. Treinamentos e qualificações na web estão totalmente ao alcance das pequenas e médias empresas e vão ao encontro do que almeja os profissionais contemporâneos, conectados 24 horas por dia.

 

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Otimismo para o varejo no Dia das Mães

12 de abril de 2012
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Passada a semana santa o mercado se prepara agora para o dia das mães, que é a melhor data para o comércio no primeiro semestre do ano. A expectativa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas, CNDL, é que o dia das mães tenha um saldo ainda mais positivo que o natal do ano passado.

Assim como a queda nas taxas de juros, o aumento do salário mínimo é responsável pelos números otimistas em 2012. Houve um aumento de 10,36% das vendas a prazo no mês de março, em comparação com o mesmo período de 2011. Além disso, a inadimplência também caiu 11,95% no mesmo mês.

Outro dado relevante é o aumento em 8,47% no número de cancelamentos de registros junto ao Serviço de Proteção ao Crédito, o SPC, também em comparação com março de 2011.

Interpreta no Marketing da TV Liberal

2 de fevereiro de 2012

Marcelo Magalhães em palestra para o Marketing da TV Liberal

Marcelo Magalhães, Diretor da Interpreta, em palestra pra galera de Marketing da TV Liberal na última terça-feira, dia 31 de janeiro.

Marcelo falou da realidade atual do mercado consumidor: o que está acontecendo com a economia mundial? Como o Brasil fica no meio dessa onda? Pra onde vai a economia paraense? Dados exclusivos, produzidos pela Interpreta.

Alguns debates da palestra nós decidimos  revelar pra você, que é leitor assíduo do blog, como por exemplo, concorrência no mercado atual, criação colaborativa e valorização da experiência de compra.

Confira nos próximos nesse mesmo blogcanal.

Interpreta Recomenda: “Nossos avós não são mais os mesmos”

31 de janeiro de 2012

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Que os nossos avós não são mais os mesmos, isso nós já sabemos. Tanto que há quase dois anos a Interpreta apontou a terceira idade como uma das novas tendências do mercado consumidor. Quem precisa estar mais atento a essa nova realidade são os empreendedores.   

Hoje essa fatia da população possui hábitos completamente diferentes de antigamente. Quem antes era considerado “idoso” hoje é consumidor que freqüenta academia, planeja viagens e está conectado na web.

Essa matéria divulgada no último dia 23 na Meio & Mensagem traz números e dados relevantes sobre o assunto. A Interpreta recomenda que você leia. 

Nossos avós não são mais os mesmos

Os perfis e hábitos desse grupo se transformaram tanto que é preciso mudar paradigmas.

O segmento da população denominado idoso é uma parcela significativa que tem recebido destaque dos programas sociais e de saúde, mas ainda é pouco conhecido e considerado nos seus aspectos culturais, sociais e no que se refere aos seus comportamentos de consumo.

Dados do Censo Demográfico do IBGE de 2010 e todos os trabalhos de projeções feitos para os próximos anos mostram a importância desse grupo. As estratégias de marketing e comunicação das marcas precisam se preparar para entender essa parcela da população, que passa a ter maior representatividade no mercado.

Considerando que a Organização Mundial de Saúde (OMS) define para o idoso o limite de 60 anos para países menos desenvolvidos, a retrospectiva mostra que esse público começou a trabalhar muito cedo. Hoje é composto, na sua maioria, por aposentados.

Essa condição, a idade avançada e a possibilidade de ter netos associam para os idosos uma série de características historicamente presentes nesses grupos. No entanto, quando buscamos um entendimento mais profundo desse perfil, encontramos mudanças significativas que devem ser consideradas como oportunidades mercadológicas.

A Recherche Pesquisa e Consultoria, empresa do grupo Millward Brown, fez uma pesquisa qualitativa com foco no público chamado 50+. Os resultados reforçam os valores dessa geração formada pelos nascidos nas décadas de 1950 e 1960, chamada de “baby boomers” que chega à maturidade. Muitos já são avós, mas se diferenciam muito das gerações nascidas em 1930 e 1940 pelos momentos de grandes transformações culturais, sociais, políticas e tecnológicas que presenciaram.

O conceito de pessoas idosas é diferente do que era anos atrás. Mais que isso: pessoas que antigamente seriam consideradas idosas hoje estão em plena forma física e mental, com muitos planos para o futuro e se constituem em um público atraente e influente.

O estereótipo do idoso do passado traz a imagem de “velhos arcados’; com mobilidade comprometida, caseiros, de cabelos brancos e que passam o tempo cuidando dos netos. O trabalho da Recherche mostra que essas imagens retratam mais o nosso imaginário sobre essas pessoas do que a realidade atual. Quem tem mais de 50 anos é ativo, está online, nas ruas, nas academias, viajando pelo mundo. Em geral, dedica-se a estudar, trabalhar e tem uma vida afetiva ativa.

Pesquisar esse público específico se coloca como uma necessidade para o entendimento das suas necessidades, aspirações e atitudes que possam direcionar ações de comunicação e de marketing. A Millward Brown, em parceria com a ECGlobal, montou um estudo junto aos frequentadores das redes sociais perguntando sobre os avós para verificar seu perfil na percepção dos netos.

Nessa pesquisa, pedimos a os entrevistados (a grande maioria jovens) que escolhessem um dos avós que considerassem referência, seja em termos de contato, relacionamento, empatia ou admiração. Os resultados indicam um dado muito significativo: as avós têm maior popularidade do que os avôs. Foram escolhidas por 76% dos jovens.

Para os netos, as avós conservam algumas atividades e comportamentos mais típicos do estereótipo de avós: 2/3 delas fazem algum trabalho manual, como tricô e crochê, e apenas 20% declaram que os avós não brincam com os netos.

A percepção dos entrevistados con firma a pesquisa qualitativa. Os elementos valorizados por esse perfil refletem tanto a busca de prazer e lazer numa situação em que vivem só ou com O cônjuge, pois os filhos já não moram mais com eles. Nesse cenário, a ocupação com os netos toma-se uma possibilidade de fonte de satisfação.

Percebe-se uma ampla procura por alternativas, em termos de atividades, procurando preencher, de forma agradáv el e produtiva, o tempo ocioso que eles têm nessa fase da vida e que podem ser bem vivenciados com as boas condições de saúde.

Como consequência dessa maior disponibilidade para o lazer, observa-se que novos horizontes se abrem, envolvendo uma vida cultural mais ativa e atividades em grupo que podem ser alcançadas por meio da internet, se juntando a comunidades virtuais como uma forma de inclusão social, além de trazer modernidade e atualização ao seu cotidiano.

De acordo com os netos, 30% dos avós escolhidos como referência têm uma vida afetiva e namoram. São pessoas que se mostram preocupadas com a saúde e bem-estar: 87% cuidam da aparência e 62% fazem caminhadas. Apesar de muitos deles serem aposentados, 36% trabalham fora todos os dias da semana e 82% trabalham cuidando dos afazeres da casa (lavar, cozinhar, limpar etc). O nível de vida social também é ativo, especialmente no que se refere a viagens com a família e com os amigos, segundo 77%. Já 34% declaram realizar atividades culturais, como visitar museus e exposições de arte.

Usar celular é um hábito presente em 42% dos avós de referência. Utilizar e-mail e redes sociais ainda são práticas pouco realizadas, mas são canais de relacionamento com potencial significativo para esse segmento, na medida em que os aplicativos se tornam mais fáceis de ser utilizados e cresce o sentimento de inclusão e participação.

Considerando esse perfil que caracteriza os avós, sob a ótica dos netos, se reforça a necessidade de mudar os paradigmas atrelados a esse público. Os avós atuais são resultado de vivências com base em rápidas evoluções culturais, sociais e tecnológicas. Representantes da geração ativa, os idosos de hoje continuam a ser agentes de grandes transformações, chamando a atenção do mercado para a importância e o significado que esse grupo representa para as marcas e para a comunicação.

Varejo espera natal mais retraído

28 de outubro de 2011
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O clima de natal já pode ser visto e sentido nas decorações dos estabelecimentos comerciais. No entanto, pelo menos no que diz respeito ao mercado consumidor, esse cenário pode ser um pouco diferente do ano passado. Alguns elementos contribuem para deixar o consumidor mais econômico.

A pressão inflacionária, os menores níveis de renda e crédito e o endividamento das famílias devem levar o consumidor a diminuir os gastos e optar por produtos mais baratos. Segundo a Confederação Nacional do Comércio a estimativa é que as vendas nesse Natal cresçam 5% este ano, contra 10% de 2010.

Os alertas sobre a crise internacional também estão deixando o brasileiro mais atento ao bolso, o que os especialistas consideram natural em um momento de insegurança econômica. Alimentos e vestuário podem ser beneficiados com o quadro econômico atual.

Crise internacional mexe com consumidor brasileiro

11 de outubro de 2011

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O consumidor brasileiro brecou a busca por crédito. Segundo o Serasa Experian a demanda por esse serviço caiu 10,7% em setembro na comparação com agosto e a crise econômica internacional pode ser o principal motivo desse indicador.

Embora o Brasil não esteja passando pelo período de turbulência de maneira direta, o contexto da crise e os alertas das autoridades brasileiras de que o país não está a salvo, comprometem a confiança do consumidor em lançar mão do crédito.

 A retração foi notada em todas as faixas de renda, no entanto entre os consumidores de menor rendimento as reduções foram maiores. Esse quadro se justifica já que as classes mais baixas de renda tem menores reservas financeiras para os tempos de crise.

 Fonte: Folha.com

Chili’s no Brasil: Por que os Norte-Americanos estão de olho no nosso mercado?

8 de agosto de 2011

Chili's abre sua primeira loja no Brasil até o fim de agosto.

Chega em terras tupiniquins, até o fim de agosto, a Norte-Americana Steak House Chili’s, concorrente direta da Outback. A Chili’s está presente em todos os estados norte-americanos, além de Europa, Ásia, América Central e Oriente Médio.

A primeira unidade será lançada em Moema, na Grande São Paulo. A meta da rede é abrir uma loja por ano nos próximos cinco anos, todas em São Paulo e depois partir para o restante do país. Pra quem está de olho em franquias, o faturamento previsto para cada unidade é de R$ 800 mil a R$ 1 milhão por mês.

Hoje é grande o número de franquias americanas que se instalam em mercados emergentes, como o Brasil, gerando oportunidades para os empreendedores.  

Segundo o Consulado dos Estados Unidos, depois da última crise mundial em 2008 o interesse de marcas americanas pelo Brasil dobrou. O crescimento do nosso mercado consumidor, com o fortalecimento da classe C, e a chance de sair da crise com a internacionalização são os principais motivos que trazem essas empresas para o maior país da America do Sul.  

Além dos fatores econômicos, o Brasil é muito parecido com os Estados Unidos, em termos de preferências. Ou seja, brasileiros e americanos tem gostos parecidos, sobretudo em alimentação e roupas. As áreas mais populares de negócios americanos aqui são alimentação, serviço e negócios, educação e limpeza.