Posted tagged ‘Mercado paraense’

Perspectivas positivas para o mercado hoteleiro no Pará

22 de novembro de 2011

Imagem meramente ilustrativa

Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis, a Abih, o mercado hoteleiro está crescendo cerca de 5% ao ano desde 2009. Dos 14 mil estabelecimentos existentes, 85% são independentes. Apenas 15% pertencem a grandes redes.

Em termos de lucratividade os hotéis vivem situações diferentes no decorrer do ano. Durante a alta temporada, a ocupação média dos estabelecimentos fica acima de 90%, enquanto na baixa, o número fica abaixo de 30%.

Para driblar essa variação a alternativa do mercado é lançar mão de ações de marketing coordenadas que incluam pacotes promocionais. No Pará o setor, de uma forma geral, ganha um incentivo substancial que é a criação da Secretaria de Turismo pelo governo atual, o que inclui um plano de desenvolvimento do turismo.

Com a aproximação dos eventos esportivos como a Copa do Mundo, Belém, embora não seja uma das sedes dos jogos, tende também a se beneficiar. Segundo levantamento feito pela FIFA os turistas passam menos de 12 horas nas cidades sedes e a tendência é que esse turista procure outras rotas próximas para complementar a viagem.

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Ranking de agosto das Agências de Publicidade que mais assinaram anúncio em jornal impresso

23 de setembro de 2011

A Interpreta divulga o Ranking do mês de agosto das agências de publicidade que mais assinaram anúncios nos três principais jornais impressos locais – O Liberal, Amazônia e Diário do Pará.

Esta pesquisa contempla todos os anúncios do mês de agosto de 2011. Se você quiser comparar com os meses anteriores, clique aqui.

Lembramos que só geram o Ranking os anúncios que são assinados pelas agências, tendo em vista que a assinatura é a única forma que temos de identificar as peças.

Caso você tenha interesse em maiores detalhamentos, entre em contato conosco através do telefone (91) 3269-6075 ou marcelo@interpreta.com.br.


Mercado Pet em Belém: Ração lidera a lista dos produtos mais comprados

7 de julho de 2011
 
A pesquisa sobre o Mercado Pet de Belém mostra que “Ração” é o produto comprado com maior regularidade, aparecendo na resposta de 82,3% dos entrevistados. 

Além da alimentação os donos preocupam-se também com o banho dos bichinhos, tanto que  “Xampu” aparece com 53,0%, seguido pelo “Sabonete” que ficou em terceiro lugar com 48,0%.

O item “Vitaminas e Suplementos” ficou em 5º lugar com 20,7%, na frente das “Roupinhas” que apareceu em último, com 7,7%.

Tabela 1

Com relação aos gastos médios por compra o primeiro lugar ficou com “Ração” (R$42,91). Em segundo ficou “Roupinhas” (R$22,29) e “Vitaminas e Suplementos” destacam-se novamente ficando em 3º lugar (R$20,24).  

Tabela 2

 No próximo post você confere os serviços mais usados e o gasto médio com cada serviço.

Jovens e donos de seus próprios negócios

11 de janeiro de 2011

Atualmente, o perfil empreendedor corresponde a uma média de 3,5 a 5% da população mundial e o posicionamento empreendedor, que significa “pessoas com fortes traços de iniciativa e visão” com atividade de suas Pequenas e Médias Empresas preenchem 81% dos negócios que geram o PIB de um país. Ou seja, empreendedorismo é base forte para economia.  

Na maioria dos casos, empreender significa independência financeira e autonomia e no fim das contas é isso que o jovem mais procura. O frescor da mente e a coragem para enfrentar desafios são alguns dos bons aliados para um jovem empreendedor. Mas existem barreiras que devem ser levadas em conta para que a juventude possa ser de fato uma fase da vida bem aproveitada para a área dos negócios.

Aproveitando um nicho de mercado Leon Araújo começou seu negócio aos 22 anos

Leon Araújo, 24 anos, é exemplo de um jovem na liderança que, com uma visão diferenciada, correu atrás de seus objetivos e deu certo. Aos 22 anos resolveu abrir sua própria empresa, aproveitando um nicho do mercado. Estagiava em uma agência marítima, quando tomou conhecimento de uma boa oportunidade que era fornecer suprimentos para navios de bandeira brasileira e estrangeira ancorados na região. Hoje, Leon mantém o seu empreendimento caminhando seguramente e já vive de seus próprios lucros.  

Ele afirma que a maior barreira enfrentada na época era obter informações de como proceder legalmente nesse ramo, informações tanto burocráticas quanto operacionais. Para 2011, o Conjove, juntamente com o Sebrae/PA, pretende agir no sentido de facilitar a vida desses empresários. Incentivar a legalização das empresas e ajudar no processo burocrático.  

Segundo Leon, informação é fundamental em qualquer ramo. “Ao abrir seu próprio negócio, o jovem precisa primeiramente se munir de informações, estudos e pesquisas de mercado. Após uma análise desses dados, o empreendedor deverá visualizar as oportunidades e entraves, para assim tomar a decisão correta”, alerta.

Camila: Abrir seu próprio negócio é fácil, o difícil é conseguir ter sucesso e se destacar

O empenho de Camila Amaral começou cedo.  Aos 17 anos ela entrou no artesanato. Em 2005, com 24 anos, resolveu usar a criatividade em algo mais rentável e fez o curso de joalheria. A partir de então usa o seu conhecimento criativo na execução de jóias em ouro e prata e vive do seu empreendimento.

A moça afirma que estamos em um mercado muito competitivo e a barreira mais difícil é a parte administrativa. Camila também alerta sobre o empenho necessário para o sucesso do negócio, já que, na maioria dos casos, em princípio, as pequenas empresas tem apenas um funcionário que é o próprio empreendedor.

Para Camila o estudo é peça fundamental e atividade que não deve ser interrompida. “No início fiquei um pouco desesperada, pois quando a gente começa a fazer um curso atrás do outro, achamos que não vamos dar conta de lembrar tudo. Mas as coisas vão fluindo e se sempre colocarmos em prática um pouco do que aprendemos, elas viram rotina e acabam fazendo parte do nosso dia a dia. Abrir seu próprio negócio é fácil, o difícil é conseguir ter sucesso e se destacar. Por isso temos que estar sempre abertos ao aprendizado”, finaliza.