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Vale a pena ter um Fan Shop?

1 de março de 2012

Fun Shop é tendência

Estamos todos em rede,  inclusive o nosso hábito de fazer compra. A tendência é o social commerce. Pra quem ainda não sabe o Facebook pode ser uma boa oportunidade de vender pela internet, por meio da criação de um “FanShop”, um e-commerce dentro da rede. O produto existe desde 2010 e a cada dia mais marcas aderem à ideia.

 Como fazer um Fan Shop?

Você não precisa ter conhecimento de webdesign para criar um FanShop. Basta comprar o produto e escolher um template.

Qual a vantagem de ter um Fan Shop?

O usuário não precisa sair da rede para fazer a compra, embora seja direcionado para outro site ao decidir completar a compra. Outra grande vantagem são as recomendações dos produtos por amigo, o que seguramente, influencia mais do que o anúncio. É a velha propaganda boca-a-boca, só que digital.

Qual a desvantagem?

O espaço, geralmente, é mais restrito. No Fan Shop da marca se encontram apenas determinados produtos e não todos.

Comércio online segue otimista em 2012

23 de fevereiro de 2012

Imagem meramente ilustrativa

Seguindo a mesma trajetória de 2011 o e-commerce no Brasil segue otimista. No ano passado o número de consumidores na rede deu uma alavancada de 23 milhões para simplesmente 32 milhões.

Segundo informações da e-bit, só no ano passado, as vendas pela internet movimentaram cerca de 18,7 bilhões. Para 2012, a projeção é que este número cresça mais 25%.

Em contrapartida o valor do tickt médio caiu. Em 2010 a valor médio estimado para cada compra era de R$ 370. Em 2011 esse número decaiu para R$ 350. Isso porque 4 milhões de novos consumidores online, 61%, pertencem a Classe C.

A classe C mudou também o ranking dos produtos mais vendidos pela internet. Em 2007 o item que tinha maior venda era “livros”, em 2011 temos no topo da lista “eletrodomésticos”.

Varejo digital apresentou crescimento em 2011

16 de janeiro de 2012

Imagem meramente ilustrativa

Os negócios digitais apresentaram bom crescimento em 2011. 21,5 bilhões de reais foi o montante do comércio eletrônico no ano passado apresentando um crescimento de 21% com relação a 2010. Segundo dados da consultoria Forrester Research o volume de vendas no Brasil representou 2,2% das vendas on-line no mundo inteiro que totalizou R$ 805,5 bilhões.

A expectativa é que a participação brasileira aumente para pelo menos 3% do comércio eletrônico mundial. O Brasil é forte candidato a crescer ainda mais neste mercado. Essa avaliação ocorre em função de fatores como expansão do alcance do número de consumidores on-line, diversificação dos produtos comercializados e grupos internacionais que passarão a operar no mercado nacional.

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3 de janeiro de 2012

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Como matar o seu negócio: dispare anúncios mecânicos no twitter

24 de maio de 2011

Imagem meramente ilustrativa

Hoje há 70 milhões de internautas no Brasil e ainda por cima somos recordistas em tempo de navegação. O uso da internet já transcendeu a classe C e alcança até mesmo quem não tem computador em casa. Isso porque esse cidadão que ainda não financiou seu PC – veja bem, ainda – vai até a Lan House acessar suas Redes Sociais.

Considerando os indicadores da internet no Brasil fica fácil perceber que qualquer empresa precisa ter uma comunicação digital. E não é só ter por ter. Essa comunicação precisa ser fundamentada e muito bem planejada. Do contrário você corre um grande risco de ter um efeito inverso ao desejado.

As pessoas estão na rede porque desejam a socialização em todos os níveis, afinal de contas Twitter e os sites de relacionamento nada mais são do que extensão de nossas vidas. Mas entenda que o usuário quer se socializar e não deseja ter o seu espaço invadido por mensagens publicitárias aleatórias. Como marca a palavra de ordem é “interagir”. 

A pior jogada possível são os anúncios mecânicos, os spans, disparados aos montes com programação de festa. Esse tipo de “ação” subverte o poderoso valor de interação do Twitter. Quando o usuário usa o seu “mentions” ele quer saber o que estão falando dele e pra ele. À medida que ele percebe que um “mentions” dele foi “desperdiçado” ele começa a torcer o nariz. 

Se você é proprietário de um bar, de uma boate, ou de um site de compras coletivas, por exemplo, busque outra forma de se comunicar no Twitter que não seja a reprodução mecânica. O objetivo das marcas na rede é justamente sair da frieza das mídias convencionais e assim estar mais próximo do consumidor. Com esse tipo de estratégia pegajosa você enche o saco do seu consumidor e ainda de quebra pode acabar levando um unfollow.

Micros e pequenos empresários podem lucrar mais com tecnologias

29 de março de 2011

Pesquisa realizada pela IBM mostra que o brasileiro usa e abusa das tecnologias e os empresários podem aproveitar esse cenário para beneficiar seu negócio.  

Segundo a pesquisa, realizada com 30 mil pessoas em 13 países, o Brasil é o que apresenta maior número de consumidores “instrumentalizados. Os instrumentalizados são aqueles que utilizam mais de uma tecnologia para efetuar suas compras. Isso significa que o brasileiro lança mão de computadores para comprar, assim como dos smartphones.  

Ao contrário do que se pensa não são apenas os grandes varejistas que podem utilizar as tecnologias para suas vendas. Os micros e pequenos empresários podem e devem explorar essas ferramentas. Isso porque com uma base de clientes menor fica muito mais fácil personalizar e realizar um atendimento eficiente.

Pequenos empresários espalhados pelo Brasil já perceberam essa tendência e oferecem um desconto, em média de 15% para o consumidor que fizer a compra pela internet. O empresário deve levar em conta que a aquisição de um smartphone está cada vez mais fácil e a tendência e que mais e mais pessoas utilizem essa tecnologia. Um aparelho já pode ser encontrado por R$300.  

Fonte: Folha de S. Paulo