Posted tagged ‘Preços Belém’

Consumidor em alerta: Belém tem a maior inflação do país

9 de dezembro de 2010

Alta nos preços em todo o país, mas em Belém a inflação anda  assombrando o consumidor. Na capital paraense, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, o Ipca, ficou em 1,40% no mês de novembro, acima da média nacional que ficou em 83%. No acumulado do ano, Belém registrou um reajuste nos preços de 6,45%, enquanto o índice do país ficou em 5,25%. Belém é a capital pesquisada que teve maior inflação no acumulado do ano.

O grupo Alimentação e Bebidas, assim como no mês anterior, é o responsável pela alta no índice nacional. O grupo passou de 1,89% em outubro para 2,22% em novembro. O grande vilão para o bolso do consumidor foi a carne, que teve um aumento de 10,67% (em média) a mais por cada quilo. 

O preço do frango também ficou mais salgado para o consumidor. Passou a custar 3,35% a mais no mês de novembro. Outros alimentos também apresentaram forte aumento como o açúcar cristal, que passou para 8,57% em novembro, e o refinado para 6,52%.

O Feijão Carioca, que mês passado teve forte aumento, ficou 6,64% mais barato em relação a outubro, embora, considerando o preço do quilo, praticamente dobrou em relação a dezembro de 2009 – 95,85% mais caro. Os alimentos que tiveram maior queda nos preços são o Tomate (-3,84%), arroz (-1,22%) e cebola (-3,95%).

Fonte: http://www.ibge.gov.br/home/

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Cesta básica do belenense está 2,33% mais barata

8 de junho de 2010

O valor médio da cesta básica diminuiu em maio, se comparado com o mês de abril, em 12 de 17 capitais do país, segundo pesquisa do Dieese. Belém foi uma dessas capitais com -2,33%. A pesquisa lembra que é a primeira vez no ano que a maioria das cidades tem redução no custo da cesta.

Belém está entre os destaques da queda no preço dos alimentos básicos, juntamente de Rio de Janeiro (-5,04%), Porto Alegre (-4,41%) e Curitiba (-2,19%). São Paulo e Brasília tiveram baixas de 1,94% e de 1,90%, respectivamente.

O Dieese realiza mensalmente a Pesquisa Nacional da Cesta Básica nas cidades de Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo e Vitória.

Fonte: www.dieese.org.br

Belém tem redução do Ipca no mês de março

9 de abril de 2010

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, o Ipca, do mês de março teve variação positiva de 0,52%, abaixo da taxa de 0,78% do mês de fevereiro. O acumulado do primeiro trimestre do ano, até o mês de março ficou em 2,06%.  

Belém apresentou variação positiva de 0,70% em março, taxa inferior ao mês de fevereiro, que foi a mais alta dentre os índices regionais com 1,37%. No ano Belém teve um reajuste nos preços de 2,90%, superior a média do país, citada acima (2,06%).  

A redução no IPCA pode ser explicada pela ausência do efeito do grupo Educação, que concentrou alta de 4,53% em fevereiro. Por outro lado, os preços dos alimentos continuaram subindo.

Para cálculo do índice do mês foram comparados os preços coletados no período de 26 de fevereiro a 29 de março de 2010 com os preços vigentes no período de 29 de janeiro a 25 de fevereiro de 2010.

Fonte: http://www.ibge.gov.br

Ônibus urbano e energia elétrica mantém Belém no maior índice de aumento de preços do Brasil

23 de março de 2010

Divulgado hoje, pelo IBGE, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15, o Ipca-15, teve variação de 0,55% em março, taxa inferior à de 0,94% de fevereiro. Nos índices regionais, o maior continuou com Belém (1,12%) em função das altas tarifas de ônibus urbanos (6,32%) e de energia elétrica (3,01%).

 A taxa do Ipca de março é inferior a taxa de fevereiro, principalmente, em função do grupo Educação, que apresentou variação de 0,55%, enquanto em fevereiro atingiu 4,55%. Os alimentos subiram de 0,98%, em fevereiro, para 1,22%, em março, mantendo a trajetória de alta.

Para o cálculo do Ipca-15, os preços foram de 11 de fevereiro a 15 de março e comparados com os preços de 15 de janeiro a 10 de fevereiro. A pesquisa abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia. A metodologia utilizada é a mesma do IPCA, a única diferença é o período de coleta dos preços.

Fonte: www.ibge.gov.br