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Cesta básica do belenense ficou mais barata no mês de junho

6 de julho de 2010

Dieese revelou que para o morador da capital paraense o valor da cesta básica caiu aproximadamente 2,94%. Segundo dados da pesquisa, Belém acompanha a tendência nacional, em que a maioria das capitais pesquisadas apresentaram queda. Goiânia foi a única capital que registrou aumento de preço da cesta com 5,22%.

Embora o valor da cesta básica tenha caído pela segunda vez no ano em Belém, a capital paraense encerra o primeiro semestre com alta de 5,33% no valor da alimentação básica. A cesta básica que até maio custava R$221,74, com o decréscimo do último mês, caiu para R$215,22, mas há doze meses custava R$201,60.

Menos feijão e farinha na mesa  

Nesse primeiro semestre o feijão, item básico da mesa do brasileiro, teve um crescimento de preço de 60%, e foi o produto que teve o valor mais aumentado no Pará nos últimos seis meses. A farinha de mandioca acumulou um reajuste no primeiro semestre de 27,83%. Já imaginou a mesa da população sem feijão? Agora imagina só, tirar a farinha do morador da capital!

Fonte: http://www.dieese.org.br/

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Pesquisa analisou o comportamento do consumidor para descobrir o que o faz comprar em farmácia ou em supermercado

25 de março de 2010

O que leva o consumidor a comprar um xampu numa farmácia ou num supermercado? Essa decisão de compra, especificamente no caso de produtos de higiene pessoal, foi estudada pelo consultor de marketing Marcelo Samuel da Costa Magalhães em seu mestrado, defendido em dezembro de 2009 na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP.

Magalhães estudou o fenômeno da concorrência transversal, conhecida no exterior como Channel Blurring. Ela ocorre quando determinadas lojas vendem produtos que não são próprios do seu negócio principal. Um exemplo comum – objeto da pesquisa de Marcelo – são farmácias que vendem CDs, produtos de beleza e eletroeletrônicos. “Minha pesquisa analisou o comportamento dos consumidores, tentando descobrir o que os fazem consumir esses produtos na farmácia ou no supermercado”, explica.

Magalhães utilizou os trabalhos de Roger Blackwell, Paul Miniard e James Engel para avaliar a decisão de compra de um indivíduo sob quatro variáveis: grau de envolvimento do consumidor com o produto; percepção das diferenças entre os produtos; disponibilidade de tempo para decidir sobre a compra; e estado de humor do consumidor no momento da compra.

A partir das entrevistas, Magalhães concluiu que os consumidores que têm um alto grau de envolvimento com o produto, tendem a perceber e avaliar melhor as alternativas de compra. “O consumidor mais envolvido com o produto faz uma compra mais consciente. Ele avalia e decide se é mais vantajoso consumir no supermercado ou na farmácia”, explica o pesquisador.

 Já os consumidores menos envolvidos tendem a consumir nos locais mais cômodos e de fácil acesso. Por exemplo, uma pessoa que tem uma grande preocupação com produtos de beleza vai gastar mais tempo e ponderar mais para decidir onde comprar esses produtos. Outra pessoa, que dá pouca importância, poderá decidir mais pela comodidade, sem levar em conta a diferença de preço.

Belém acompanha a média nacional de aumento de preços

26 de janeiro de 2010

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo avalia e acompanha a variação de preços de produtos e serviços consumidos pelas famílias brasileiras nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além do Distrito Federal e do município de Goiânia.

O IPCA nacional teve um crescimento de 4,31% em 2009, taxa inferior, 1,59%, ao percentual de 2008 que ficou em 5,90%. Em Belém, a média nos aumentos dos preços fixou-se em 4,47%, índice também inferior ao ano de 2008 que ficou em 7,95%.

Belém aparece na pesquisa com o peso regional de 4,15%, representando uma relevância no impacto dos preços maior do que de capitais turísticas como Recife, que aparece com 4,11%, e Fortaleza, com 3,87% de participação no impacto dos preços. São Paulo lidera a lista com 33,06% do total.

Fonte: http://www.ibge.com.br