Posted tagged ‘Empresários’

Tudo o que você queria saber sobre microfranquias

26 de janeiro de 2012

Imagem meramente ilustrativa

O que são microfranquias?

As microfranquias constituem opção de investimento para quem quer abrir um negócio com capital relativamente pequeno.

Qual a real situação deste setor no Brasil?

Segundo a Associação Brasileira de Franchising este setor cresceu 15% em 2011 se comparado a 2010, chegando a faturar valor superior a 3,9 bilhões. E a previsão de crescimento para 2012 é de 20%.

Quanto preciso ter de capital para abrir uma microfranquia?

Os valores são os mais variados. São consideradas “micros” franquias com investimento inicial de até R$ 50 mil.

Quanto posso lucrar?                            

Uma microfranquia tem faturamento mensal que gira em torno de R$ 30 mil reais.

Quais as melhores áreas para se investir?

  • Educação e treinamento
  • Beleza,
  • Saúde e produtos naturais
  • Negócios, serviços e conveniência
  • Cosméticos e perfumaria
  • Alimentação e serviços automotivos
  • Escolas de idiomas
  • Limpeza e conservação
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2012 com o pé direito!

2 de janeiro de 2012

Imagem meramente ilustrativa

No primeiro dia útil do ano queremos agradecer imensamente a grande audiência que tivemos neste blog no decorrer de 2011. Você, leitor, é seguramente o maior responsável por esse sucesso, portanto o nosso muito obrigado!

Contamos com a sua participação para sugerir pautas, tirar dúvidas sobre o seu negócio e movimentar esse espaço. É só mandar um e-mail para comunicacao@interpreta.com.br. Queremos encontrar com você por aqui sempre e contribuir de alguma forma para o seu sucesso.

Para que 2012 seja um ano excelente preparamos aqui algumas dicas imperdíveis sobre empreendedorismo. Aproveite!

  1. Tenha seu foco muito bem definido e invista em pesquisas de mercado. Quando você traça um objetivo claro e entende o seu consumidor você é capaz de oferecer o melhor produto/serviço e consequentemente sair na frente.
  2. Escolha algo que você realmente ame. Um empreendedor que não entende do segmento feminino, por exemplo, dificilmente terá bons resultados em uma clínica de estética.
  3. Lembre-se de aperfeiçoar seus conhecimentos. As mudanças no mundo de hoje são diárias e quem não se atualiza fica pra trás. Em 2012 deixe definitivamente a arrogância de lado e se dê a chance de aprender ainda mais.
  4. Busque inovações. Tanto em seus produtos/serviços, como inovação nos processos. Reavalie desde a sua maneira de gerir a empresa até a maneira de tratar seus funcionários. Esteja sempre aberto a novas ideias. Algumas podem ser verdadeiras “viagens” enquanto outras podem dar super certo.
  5. Redobre o cuidado e o planejamento nos primeiros dois anos da sua empresa que são considerados os de maior risco. Enxugue as despesas excessivas.
  6. Enfrente os desafios com otimismo. Não se esqueça que empreender significa lidar com pepinos o tempo todo. Se você realmente pretende ter sucesso lembre-se que “o rio sempre chega ao seu objetivo, pois aprendeu a desviar de obstáculos”.
  7. Por fim, acredite que a sua empresa é capaz de contribuir, de algum modo, para um mundo melhor. Escolha um bom trabalho social ou ambiental que você pode fazer e crie uma imagem positiva sobre a sua marca.

Um 2012 de muito sucesso!

Micros e pequenos empresários podem lucrar mais com tecnologias

29 de março de 2011

Pesquisa realizada pela IBM mostra que o brasileiro usa e abusa das tecnologias e os empresários podem aproveitar esse cenário para beneficiar seu negócio.  

Segundo a pesquisa, realizada com 30 mil pessoas em 13 países, o Brasil é o que apresenta maior número de consumidores “instrumentalizados. Os instrumentalizados são aqueles que utilizam mais de uma tecnologia para efetuar suas compras. Isso significa que o brasileiro lança mão de computadores para comprar, assim como dos smartphones.  

Ao contrário do que se pensa não são apenas os grandes varejistas que podem utilizar as tecnologias para suas vendas. Os micros e pequenos empresários podem e devem explorar essas ferramentas. Isso porque com uma base de clientes menor fica muito mais fácil personalizar e realizar um atendimento eficiente.

Pequenos empresários espalhados pelo Brasil já perceberam essa tendência e oferecem um desconto, em média de 15% para o consumidor que fizer a compra pela internet. O empresário deve levar em conta que a aquisição de um smartphone está cada vez mais fácil e a tendência e que mais e mais pessoas utilizem essa tecnologia. Um aparelho já pode ser encontrado por R$300.  

Fonte: Folha de S. Paulo

Visão de empreendedor

23 de fevereiro de 2011

Seu Nelson inova e implanta serviço de cartão de crédito em borracharia

Aquela ideia antiga de que cartão, débito ou crédito, é coisa segmentada, acabou. Hoje, as classes C e D impulsionam fortemente a participação dos cartões nos hábitos da compra das famílias brasileiras. E obviamente, o empresariado deve estar muito atento a essa característica de mercado. Ser empreendedor é ter um olhar diferenciado sobre o mercado e notar essas mudanças que impactam fortemente as estratégias de negócios.  

 Provavelmente você, ou algum conhecido seu, já se queixou de chegar num estabelecimento, e ter a desagradável surpresa de não aceitarem cartão. Hoje, mesmo que se tenha dinheiro na conta, muitos optam por não andar com dinheiro em espécie e preferem usar o débito. Em alguns momentos você pode até ser pego de calças curtas, como por exemplo, quando fura o pneu do carro e você precisa de dinheiro no bolso para ir ao borracheiro. Bem, isso não vai acontecer se você for à borracharia do Seu Nelson. Lá, você pode pagar com o seu cartão.    

Localizada em rua movimentada da capital paraense, a borracharia fica aberta 24 horas. Seu Nelson conta que sempre trabalhou como borracheiro e há 14 anos resolveu abrir seu próprio estabelecimento. Primeiro ele escolheu um ponto que não deu certo, depois acertou o local e desde então seu negócio vai muito bem, obrigado!

Hoje, seu Nelson vive exclusivamente de sua borracharia e conta que já conseguiu realizar muitos sonhos com os lucros do seu negócio e ainda tem lugar para empregar a família. É ele mesmo quem gerencia o negócio com a ajuda do primo. “Eu tenho uma equipe muito boa, graças a Deus, mas trabalho muito para dar conta de tudo”, explica.

Quando questionado sobre a ideia de aceitar cartão ele explica que os clientes perguntavam e ele observava que em todo canto tinha a bendita maquininha. Então, há dois meses conseguiu implantar o serviço na sua borracharia. “Eu nunca vi uma borracharia que aceita cartão e aqui está dando muito certo. Eu aceito qualquer valor”, lembra.

Seu Nelson tem clientela certa, além dos clientes eventuais em função do movimento da rua. Ele presta serviço também para empresas e observa que tem cliente de todo o tipo. “Tudo quanto é carro aparece por aqui, muita gente vem por indicação. E eu já estou até pensando em expandir o negócio” se anima. Se depender da visão empreendedora de Seu Nelson, a sua borracharia continuará de vento em polpa.

O desafio das empresas familiares

29 de abril de 2010

Empresas Familiares tem um grande valor para a Economia. Por esta razão o assunto é objeto de pesquisa em diversas Universidades em todo o mundo. No Pará, há grande número de empresas familiares, como redes de supermercado, farmácias, entre outros segmentos. Contudo, a gestão de empresas familiares é um desafio inegável, tendo em vista que questões e problemas de cunho pessoal podem interferir na gestão.  

Eduardo Najjar em entrevista para o Blog Interpreta

 Dados apontam que apenas 30% das empresas familiares chegam a segunda geração, e desses 30 % apenas 15% chegam a terceira. Eduardo Najjar há cerca de 15 anos aconselha esse tipo de negócio e explica que são muitas as dificuldades que as empresas familiares enfrentam. “Com a distância entre os membros da família, a questão da sucessão fica cada vez mais complicada”, conta.

Segundo Najjar, o fundador da empresa cria uma relação de criador e criatura, “relação de poder”, com o seu negócio o que pode ser bastante prejudicial, tendo em vista que ser empreendedor é diferente de ser gestor. Najjar conta que geralmente os membros da família brigam por solidez, concorrendo pelo mesmo negócio. “Trata-se de sociedade compulsória, onde o sonho do fundador é que os filhos se dêem bem, o que nem sempre acontece”, alerta.

O consultor afirma que diante de inúmeros estudos atuais sobre o tema, hoje, há uma forma, uma direção mais indicada para gerir um negócio familiar. São orientações que devem ser seguidas para garantir uma gestão norteada pela profissionaliação:    

  • Ter respeito pelo negócio
  • Respeitar a experiência de quem construiu a empresa
  • Ter em mente que trata-se de um negócio e não de uma casa de caridade para empregar a família, criando novos cargos e funções assim que um familiar precisa de ocupação
  • A empresa deve ter regras e essas regras devem ser seguidas por todos
  • Deve haver muita comunicação para evitar desentendimentos
  • Mudar o modelo mental: Parar de brigar e voltar os olhos para as mudanças no mercado   

Conveniência e comodidade podem determinar decisão de compra

26 de março de 2010

Marcelo Magalhães, em sua pesquisa de mestrado, chegou a uma conclusão importante, tanto para consumidores como para empresários de todos os segmentos. A ideia de que os consumidores estão sempre procurando pelo menor preço não é tão verdadeira como se imaginava.

A pesquisa mostra que consumidores pouco envolvidos com o produto não percebem a diferença de preço. Esse consumidor compra em uma loja, independente do gênero, motivado pela comodidade e pela conveniência, sem avaliar variação de preço. Os consumidores que avaliam as diferenças de preço são os mais envolvidos com o produto.

Magalhães acredita que a importância de seu trabalho está em estudar a concorrência transversal a partir das escolhas do consumidor e não a partir dos motivos empresariais. “Os empresários só vendem outros produtos em suas lojas porque há consumidores para comprá-los”, justifica.